Cromeação Schnyder dá boas vindas

Post de abertura da nossa nova página. Após algum tempo off line, conheça a novidades!

Serviços e Acabamentos

Conheça nossos principais serviços e tipos de acabamentos

Principais Dúvidas

Conheça as respostas às principais dúvidas que surgem quando o assunto é cromeação.

'8º Encontro de Automóveis Antigos de São Roque

Acontecerá nos dias 27,28 e 29 de Maio, no Recanto da Cascata. Confira as atrações do encontro.

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Em breve nossa galeria!

sábado, 19 de novembro de 2011

Troféu GP Brasil 2011


O Grande Prêmio do Brasil é um dos mais importantes eventos automobilistícos do ano. Para 2011 o artista plástico Paulo Soláriz desenvolveu um projeto muito especial, pois em cada uma das peças será colocada uma rocha retirada do fundo do reservatório do pré-sal. Estima-se que tenham cerca de 120 milhões de anos. A Cromeção Schnyder ficou responsável pelas partes a serem cromadas. 


segunda-feira, 13 de junho de 2011

4º ABC ExpoCar 2011


Mais um evento: o 4º ABC ExpoCar 2011 acontecerá de 29 a 31 de Julho no Espaço Verde Chico Mendes, em São Caetano do Sul.
O evento contará com exposição de veículos antigos, mercado de peças e shows, além de outras atrações. No ano passado participaram mais de 600 carros e os interessados podem se inscrever gratuitamente através do site http://www.abcexpocar.com.br/

Veja o mapa do local:

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Encontro de Autómoveis Antigos de São Roque

imgem retirada do site http://www.fvba.com.br/

Acontecerá, nos dias 27,28 e 29 de Maio de 2011 o 8º Encontro de Autómoveis Antigos de São Roque, no centro de exposições Recanto da Cascata.

Além da atração principal, os automóveis, o evento contará com premiação, música ao vivo, baile do projeto Danças é saúde e a palestra "A história do Galaxie".

O local,  que possui uma cascata formada pelas águas do ribeirão Carambeí, fica a 60 km de São Paulo, com fácil acesso pelas Rodovias Raposo Tavares (km 60) e Castelo Branco (km 54).

Realização: Clubo do Automóvel Antigo de São Roque.

Para inscrições e informações:
Departamento do Turismo: 11 4712-5664 / turismo@saoroque.sp.gov.br
Headway: 11 4712-5361 / diretor@headwaybrazil.com.br

Veja como chegar:

Exibir mapa ampliado

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Clipping - Jornal do Carro

Extratos e Resenha da matéria publicada pelo Jornal do Carro em 19.10.2005

Cromagem: para ressaltar os detalhes

O processo químico que dá brilho de espelho a partes metálicas do carro deve ser usado sem exageros. O acabamento estético também serve para proteger o veículo da ferrugem, mas é preciso tomar cuidado para não estragar a camada com abrasivos.

Quem puxar pela memória e voltar às aulas de Química do colégio vai se lembrar - ainda que vagamente - de um processo chamado eletrólise. Na prática não é preciso ir longe para saber o resultado desta eletrodeposição de metais. Basta um olhar prolongado para um carro impecável e você provavelmente vai ver alguma peça ou detalhe cromado. Várias lojas oferecem esse acabamento estético, mas é preciso tomar alguns cuidados antes de dar cara nova ao carro.

Em geral as empresas fazem a cromagem - ou cromação - em qualquer parte metálica do veículo. Vale aplicar o processo em rodas, frisos, logotipo, pára-choque, detalhes internos, como pinos e maçanetas, e até mesmo no motor. Mas na opinião de Cristiano Vighi, sócio da Niquelação e Cromeação Schnyder, a camada que cromo que dá aquele aspecto brilhante aos metais serve para destacar algumas partes do carro.

"Se você croma o carro inteiro, não há contraste e nada é valorizado", lembra. Ou seja, é importante pensar bem antes de escolher o que destacar. A base para cálculo de preço varia de loja para loja, e em geral são avaliados aspectos como tamanho e/ou o estado em que a peça se encontra no momento de montar o orçamento. A importância da condição da peça é justificada pelo cuidado em uma das principais etapas do serviço: a preparação da superfície.

" É um processo demorado e meticuloso", confirma Cristiano Vighi. "Se não remover tudo e deixar a peça 'no ferro puro', todo o banho fica comprometido." Basicamente, esse banho consiste em pendurar a peça sobre uma solução, de modo que uma corrente elétrica faça com que os íons de metal se depositem sobre a superfície que se quer cromar. "O cobre e o níquel servem para proteger, e o cromo dá o aspecto final", explica Vighi. Ele ressalta que a cromagem deve ser feita apenas nas partes do carro que podem ser desmontadas. E em mau estado, nem compensa fazer."

Além da função estética, ou seja, de deixar a peça mais bonita, o processo também tem a função de proteger o metal da ferrugem. É importante salientar que estes tipos de processos são de baixa manutenção, ou seja, se bem cuidada, uma peça cromada poderá permanecer em bom estado durante um longo tempo. No caso de automóveis, há ainda uma possível vantagem extra: o aumento valor agregado (no caso de uma venda, por exemplo).

Para garantir a preservação da peça deve-se evitar o uso de produtos abrasivos, e principalmente o cuidado na hora de guiar o carro, já que para este tipo de processo não existe retoque: a peça deverá passar por todo o processo novamente. Ainda a dica: para manter o brilho, vale investir numa cera protetora de metal de boa qualidade.
Extratos e resenha da matéria do Jornal do carro do Jornal da tarde, ano 24, nº1157, pg. 31
Matéria de Mariana Faraco

Artigo sobre cromeação - 4 Ever Carros clássicos

Texto extraído da Revista 4 ever carros clássicos, número 01 - 2003 Págs. 80-81, Editora Sisal

(...) Cromeação

 Apesar dos paliativos já descritos, o único modo totalmente eficiente de se restaurar peças cromadas é metalizá-las outra vez. Conforme explica Cristiano Vighi, da Niquelação e Cromeação Schnyder, "este tipo de serviço tem de ser iniciado antes que se faça a funilaria da peça, sob o risco de se comprometer todo o trabalho de soldagem. O correto é retirar a peça, lavá-la para cromeação e, posteriormente deixá-la aos cuidados de um bom funileiro", ensina.

O processo

Na cromeação o componente passa por um processo de limpeza que removerá tinta, óleo, graxa, terra e tudo mais que estiver pelo caminho. Depois, retira-se o cromo antigo, que sai da chapa através de uma processo de eletroremoção: submerso em um tanque com solução à base de soda, o "descolamento" do metal se inicia onde o campo magnético é mais intenso (pontas, bordas e quinas), seguindo em direção ao restante da superfície metálica, até atingir possíveis cavidades internas. O próximo passo é o processo de desplacamento propriamente dito, que irá retirar as camadas de níquel e cobre, muito mais encorpadas que a cromo - as superfícies metalizadas recebem uma camada de cobre de 10 a 20 micra, uma camada de níquel de 5 a 40 micra e uma de cromo de 0,3 a 2 micra. A empresa passará então um líquido antioxidante na chapa nua, podendo a peça ser levada diretamente ao funileiro, que recobrirá as possíveis imperfeições. Este serviço é feito geralmente com solda de latão.

Quando o componente voltar para a cromeação, será limpo pela segunda vez, além de passar por um banho químico de solução ácida que irá retirar a ferrugem da chapa. Este processo é completado pelo jateamento da peça, realizado com microesferas de vidro, que então segue para o polimento, obtido através da utilização de "boinas" (rodas de polia) confeccionadas em sisal. Após esta etapa a peça estará brilhando, pronta para ser desengraxada, receber seu gancho e seguir para os banhos de cobre alcalino, cobre àcido, níquel e cromo.

Após ser niquelado, que é a segunda etapa, o componente finalmente segue para a cromeação propriamente dita, na qual é submerso em outro tanque por cerca de dez minutos à 45 graus C. Por fim, já pronta, a peça é retirada, lavada e vai para um recipinete cheio de serragem, cuja função é eliminar a unidade, mesmo nas ranhuras de difícil acesso. Assim, a nova película irá proteger o metal por muitos anos.

E o Zamac?

Muitos colecionadores acreditam não ser possível cromar peças de zamac e, por tal motivo, não restauram maçanetas e determinados frisos, deixando seus carros com aspecto desleixado. Segundo Cristiano Vighi, da Schnyder, "não há segredos na cromeação do material, mas os resultados podem variar muito", explica. Uma peça irregular, após ter extraído seu revestimento original, pode ficar lisa e ganhar novo banho de cromo. "O problema é que às vezes, ocorrem reações mínimas, como surgimento de pequenas bolhas, o que interfere no acabamento final. No entanto, isso não é uma regra e, independente do defeito, o componente ainda terá um aspecto muito melhor do que aquele visto anteriormente", sugere Vighi.

Cromeação e Niquelação Schnyder deseja boas vindas!


Após algum tempo fora do ar, iniciamos a nova página da Cromeação e Niquelação Schnyder. Mais moderna, mais dinâmica e com mais conteúdo.

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